sábado, 14 de agosto de 2010

Escrevo o que não tenho coragem para te dizer ...


Odeias-me? Por favor, diz-me que não! Não quero que me ames, que gostes da minha pessoa, que morras de amores por mim, quero que sejas tu, o meu amigo. Aquele que conheci á 4anos atrás sempre com um sorriso perfeito na cara. Gostava de voltar atrás ao tempo em que íamos para tua casa e contávamos tudo um ao outro, a comer batatas fritas com um sumo enorme. É desse sumo que tenho sede. Há quatro dias que não falas para mim, alias, mandas-te me uma mensagem a dizer “ gosto demasiado de ti “. Não respondi, desculpa, não sabia o que dizer. Li a mensagem umas sete vezes seguidas e imaginava como estavas, nessa tarde fiquei em casa a ver os friends para ver se me animava, mas não resultou. És tão importante para mim. Não deixes que esta coisa que decidiram chamar amor nos separe. Sei que lês o blog, por isso escrevo tudo aqui. Não quero que gostes do que escrevo, nem tão pouco que comentes, quero apenas que leias o que não tenho coragem para te dizer.

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