sexta-feira, 16 de julho de 2010

Eu saio aqui...


Hoje, é o primeiro dia da minha vida que não entendo, não entendo os outros, nem me entendo a mim. O que se passa neste mundo? As pessoas não tem consciência do que fazem, do que pedem umas as outras? Um bocadinho de por favor. Pensem gente, pensem. Usem isso que se chama cabeça. Pensem. Mas será que não vêem o mal que fazem?

“ Parem o mundo, merda! Isto é demais!
Não há ninguém que trave esta demência?
Prefiro a solidão de pé, que me enfrenta!
Quero trocar as mãos pelos pés e os pés pela cabeça.
Antes morrer de fome do que peste suína.
Ai. Pode ser… Já. Nessa esquina…
Parem o mundo. Eu saio aqui! “

quarta-feira, 14 de julho de 2010


Olho para ti e vejo um pouco do que já fui, os teus sonhos são parecidos com os meus, as tuas mãos têm a temperatura das minhas. Lembras-me uma decalcomania daquelas que se colam com água e depois nunca mais saem e eu gosto que faças parte dos meus dias e gosto de fazer parte dos teus e gosto ainda mais de saber que pode ser para a toda a vida.
Os amigos não se fazem, reconhecem-se, disse o poeta que escreveu e de repente, não mais que de repente... de repente, tudo pode acontecer, basta um instante, as pessoas cruzam-se por acaso para nunca mais se separarem, e é então que percebemos que nada é por acaso, que afinal estar naquele sítio àquela hora era apenas a forma de nos aproximarmos e ficarmos mais ricos, mais cheios, melhores.
Tu já sabias que ia ser assim, tens o olhar dos adivinhos e a intuição dos grande sábios, mas eu não fazia ideia nenhuma e por isso vou saboreando o presente como este presente que a vida me deu, a tua amizade, o teu tempo, a tua atenção, a tua discrição, a tua lealdade, a tua estima e preocupação, o teu bem querer, o teu conforto, pensando que a vida é grata e atenta e nos vai dando o que precisamos, basta estar atento aos sinais e saber segui-los com cuidado e humildade, aceitando os desvios e enfrentando os inevitáveis precipícios, descansando sempre que é preciso, sem nunca parar, sem nunca desistir, sem entregar as armas nem o coração.

Margarida Rebelo Pinto

segunda-feira, 12 de julho de 2010


“A historia da para resumir bem, a miúda bella que não é bonita , não tem corpo , nem cor tem , e toda a gente gosta dela, mas quando não tem ar de morta e consegue abrir os olhos, depois há o vampiro veado, e lobo o Jacob , que nunca tem frio porque alguém tem de andar sem camisola a chuva , para pitas no cinema baterem palmas e gritarem. E sabes como é que eles se apaixonam? a bela e o edward? Pois, ninguém sabe, não há motivo , aqueles dois...foda-se enerva-me , aqueles dois trocam olhares e pronto já esta , olharam um para outro e pronto e já esta amor para toda a vida. E o dialogo de amor que eles tem??? O edward "bella eu ja matei pessoas" e ela "eu nao me importo" e ele "ja te quis matar" e ela "eu confio em ti, o filme tem um sentido , que é nenhum ! “