sexta-feira, 25 de maio de 2012

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Só tem um nome: falta de carácter!

o que se quer


«Querer alguém, ou alguma coisa, é muito fácil. Mesmo assim, olhar e sentirmo-nos querer, sem pensar no que estamos a fazer, é uma coisa mais bonita do que se diz. Antes de vermos a pessoa, ou a coisa, não sabíamos que estávamos tão insatisfeitos. Porque não estávamos. Mas, de repente, vemo-la e assalta-nos a falta enorme que ela nos faz. Para não falar naquela que nos fez e para sempre há-de fazer. Como foi possível viver sem ela? Foi uma obscenidade. Querer é descobrir faltas secretas, ou inventá-las na magia do momento. Não há surpresa maior.
O que é bonito no querer é sentirmo-nos subitamente incompletos sem a coisa que queremos. Quanto mais bela ela nos parece, mais feios nos sentimos. Parte da força da nossa vontade vem da força com que se sente que ela nunca poderia querer-nos como nós a queremos. Querer é sempre a humilhação sublime de quem quer. Por que razão não nos sentimos inteiros quando queremos? É porque a outra pessoa, sem querer, levou a parte melhor que havia em nós, aquela que nos faz mais falta. É a parte de nós que olha por nós e nos reconcilia connosco. Quanto mais queremos outra pessoa, menos nos queremos a nós…
Querer é mais forte que desejar, pelo menos na nossa língua. Querer é querer ter, é ter de ter. Querer tem mesmo de ser. Na frase felicíssima que os Portugueses usam, "o que tem de ser tem muita força". Desejar tem menos. É condicional. Quem deseja, desejaria. Quem deseja, gostaria. Seria bom poder ter o que se deseja, mas o que se deseja não dá vontade de reter, se calhar porque são muitas as coisas que se desejam e não se pode ter todas ao mesmo tempo.
Querer é querer ter e guardar, é uma vontade de propriedade; enquanto desejar é querer conhecer e gozar, é uma vontade de posse. O querer diminui-nos, mas o desejar não. Sabemos que somos completos quando desejamos - desejamos alguém de igual para igual. Quando queremos é diferente - queremos alguém com a inferioridade de quem se sente incapacitado diante de quem parece omnipotente. O desejo é democrático, mas o querer é fascista.
O que desejamos, dava-nos jeito; o que queremos fez-nos mesmo falta. Mas tanto desejar como querer são muito fáceis. Ter, isto é, conseguir mesmo o que se quer é mais difícil. E reter o que se tem, guardando-o e continuando a querê-lo, tanto como se quis antes de se ter, é quase impossível. Há qualquer coisa que se passa entre o momento em que se quer e o momento em que se tem. O que é?
"Cada pessoa, - dizia Oscar Wilde, - acaba por matar a coisa que ama". Mata-a, se calhar, quando sente que a tem completamente. (…)
É bom que se continue a julgar que aquilo de que se precisa é exterior a nós. Só quem está voltado sobre si, piscando o olho ao umbigo, pode achar que tem tudo o que precisa. (…)
Quando se quer realmente, dar-se-ia tudo por ter. A coisa ou a pessoa que se quer têm o valor imediato igual a todas as coisas e pessoas que já se têm. Trocavam-se todas as namoradas, ou todos os namorados, que já se namoraram, pelo namoro de uma única pessoa que se quer namorar. É esta a violência. É esta a injustiça. Mas é esta também a beleza. Quem aceitaria que um novo amor significasse apenas parte de uma vida? Não sendo a vida inteira, não sendo tudo o que importa, numa dada altura, num dado estado do coração, porque nos havíamos de ralar? (…)
O querer é bonito porque, concentrando-se na coisa ou na pessoa que se quer, elimina o resto do mundo. O resto do mundo é uma entidade muito grande que tem graça e tem valor eliminar. Querer um homem em vez de todos os outros homens, uma mulher em vez de todas as outras mulheres é fazer a escolha mais impossível e bela. Acho que se pode ter tudo o que se quer de muitas pessoas ao mesmo tempo, mas que não se pode querer senão uma pessoa. Ter todas as pessoas não chega para nos satisfazer, mas basta querer só uma, e não a ter, para nos insatisfazer. É por isso que se tem de dar valor à vontade. Poder-se-á querer ter alguém, sem querer também ser querido por essa pessoa? Eu não sei.
Como raramente temos o que queremos ter ou queremos bem ao que temos, é boa ideia dar uma ideia da atitude que se pretende. Ter o que se quis não é tão bom como se diz, nem querer o que não se tem é assim tão mau. O segredo deve estar em conseguir continuar a querer, não deixando de ter. Ou, por outras palavras, o melhor é continuar a ser querido sem por isso deixar de ser tido. O que é que todos nós queremos, no fundo dos fundos? Queremos querer. Queremos ter. Queremos ser queridos. Queremos ser tidos. É o que nos vale: afinal queremos exactamente o que os outros querem. O problema é esse.»  


mec

quarta-feira, 23 de maio de 2012

sobreviver.



“As pessoas feridas são mais perigosas, pois sabem que podem sobreviver.”

terça-feira, 22 de maio de 2012

TUDO O QUE NÃO FAZ SENTIDO, É MENTIRA!

personalidade



" Cuidado com os seus pensamentos, pensamentos geram palavras, palavras geram atitudes, atitudes geram hábito e os hábitos formam a personalidade..."

segunda-feira, 21 de maio de 2012

diferença


A diferença entre nós , é que eu sabia o que queria, mas tu não sabias o que tinhas.

domingo, 20 de maio de 2012

sexta-feira, 18 de maio de 2012

quinta-feira, 17 de maio de 2012


Hoje olho para ti e sei que não tens nada para me dar. A mim não, talvez a outra rapariga. Provavelmente caí no erro de amar sem pedir nada em troca, o que tu me davas chegava para me encher a alma de vivacidade. Alguma vez pensaste que merecia mais? Nunca melhor, mas mais! Alguma vez pensaste nisso? Que sempre tive ao teu lado para te ajudar se assim o entendesses, e eu ajudar-te-ia não porque falhaste, mas para saberes que nunca em qualquer momento estavas só. Os teus problemas eram certamente o pulsar dos meus pensamentos á procura de uma solução, os teus êxitos e vitórias eram tuas mas desfrutava de coração quando te via feliz. Mas alguma vez te passou pela cabeça que talvez me pudesses dar mais? Pensaste! E nunca fizeste nada par mudar isso. Nunca te esforçaste… eu estava sempre lá. Nunca fizeste o mínimo de esforço nem nunca soubeste o que foi sofrer. Mas agradeço tudo o que me ensinaste, desde aquilo que tu sabes, até ao que nem imaginas!

quarta-feira, 16 de maio de 2012

just breathe


I don't wanna hurt, there's so much in this world to make me bleed

Pearl Jam

tenho a melhor irmã do mundo!


Joana- Mas se ele gostava de ti porque que andou com outra? Tentou esquecer uma coisa que não queria esquecer? Não entendo.
Mónica- Achas que eu entendo?
Joana- Achas que ele te merece?
Mónica- Não faço ideia, mas… como sei que vou encontrar outro alguém?
Joana- Não sabes! Mas para que ficar com alguém que não nos merece se podemos encontrar alguém que nos preencha de forma natural?
Mónica- Mas eu acho que isso nos acontecia… havia momentos que nos completávamos genuinamente e fazia-me feliz.
Joana- Se acabou contigo parece que a felicidade foi em vão, não?
Mónica- Eu sei disso, por muito que custe.
Joana- Sinceramente não percebi a ideia dele. É uma incoerência.
Mónica- Nem eu…
Joana- E com uma pessoa incoerente nunca tens a certeza se gosta mesmo de ti ou não ou se gostou.
Mónica- Disseste tudo agora!
Joana- E se a incoerência nasceu com ele, provavelmente morrerá com ele…

terça-feira, 15 de maio de 2012




Se fosse objecto era objectiva, como sou sujeito, só posso ser subjectiva!

domingo, 13 de maio de 2012


Não sou feita para rir sem ter vontade, para entrar em competições, discussões ou mania das perseguições. Não fui feita para agradar toda a gente, nem para fingir aquilo que não sinto. Não nasci para ser incoerente, nem para dizer aquilo que as pessoas querem ouvir. Não fui feita para ver e ouvir injustiças, nem tão pouco para bater palmas aos fracassos dos outros… não fui feita para isso, peço desculpa, mas não fui. Seja como for, há uma coisa que eu nunca me larga… a minha personalidade!

quinta-feira, 10 de maio de 2012

descobrir



" um dia pretendo descobrir porque é mais forte quem sabe mentir..."

domingo, 6 de maio de 2012

Amar é como uma droga




Amar é como uma droga. No princípio vem a sensação de euforia, de total entrega. Depois, no dia seguinte, tu queres mais. Ainda não te viciaste, mas gostaste da sensação e achas que podes mantê-la sobre controlo. Pensas durante dois minutos nela e esqueces por três horas. Mas aos poucos, acostumas-te com aquela pessoa, e passas a depender completamente dela. Então pensas por três horas e esqueces por dois minutos. Se ela não está por perto, experimentas as mesmas sensações que os viciados têm quando não conseguem arranjar droga. Nesse momento, assim como os viciados roubam e se humilham para conseguir o que precisam, tu estás disposto a fazer qualquer coisa pelo amor.

Paulo Coelho

quinta-feira, 3 de maio de 2012

x e y



És daquelas pessoas que diz y e x, e quando fores a ver o x já não tem nada a ver com o y, porque nunca sentiste o x nem nunca soubeste o que era o y.