sábado, 31 de janeiro de 2015

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

cidade de papel

8
Mas as coisas vão acontecendo… as pessoas se vão, ou deixam de nos amar, ou não nos entendem, ou nós não as entendemos… E nós perdemos, erramos, magoamos uns aos outros. E o navio começa a rachar em determinados lugares. E então, quando o navio racha, o final é inevitável. (…) Mas ainda há um momento entre o momento em que as rachaduras começam a se abrir e o momento em que nós rompemos por completo. E é nesse intervalo que conseguimos enxergar uns aos outros.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

3 teus, também são meus!



Parabéns miúdo! Fazes- me rir mesmo sendo contra o meu estado de espírito, obrigado por isso. Rir será sempre uma constante contigo.
Cresce rápido Duarte. Cresce para entenderes que eu nunca deixo as pessoas que gosto e tu nunca serás exceção!

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

oposto


Passei demasiado tempo a pensar em todos os momentos bons que me proporcionaste. Mal sabia eu que o truque seria o oposto...

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

as duas coisas



"Que eu tenha forças para mudar o que for possível, coragem para enfrentar o que não posso mudar e sabedoria para distinguir as duas coisas..."

domingo, 11 de janeiro de 2015

sábado, 10 de janeiro de 2015

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

sábado, 3 de janeiro de 2015

A

É tão elaborado explicar o que sinto quando estou contigo, que por esse motivo olhar para ti se resume a saudade. Saudades do que não vivi. Do que não quiseste viver comigo. Admito que por vezes, quando olho para ti não sei o que sentir. Se fique feliz por estar em tua casa, ou triste exatamente pelo mesmo motivo. Quando te olho nos olhos, estou a recordar momentos, momentos esses, que por serem contigo não saíem de mim.
Não esperes que dê para esquecer. Não esperes compreensão. No fundo sei que não esperas isso, principalmente de mim que fui a primeira a apontar- te o dedo. Mas sabes? Eu só queria entender o porque. Os porquês que não entendo perseguem- me por todo lado. E tu és um mistério. És o maior ponto de interrogação da minha vida. E continuas a querer se- lo e é isso que eu mais aprecio. A continuação. Continuas a se- lo querendo ou não. E as coisas continuam praticamente  iguais porque simplesmente não queres e por esse motivo é que desisto das pessoas. Se a tua pessoa quis habituar a ausência da minha eu desisto, assumo a derrota e vivo, como vivia antes, sem a tua. Dói de mais sofrer por quem nem sequer por em hipótese sofrer por nós. Por isso cheguei à conclusão que  por a vida ser só está e tão pequena, não sofrer mais por ti, por quem não quis estar comigo. A ti, ninguém te pode tirar o lugar. Vais estar sempre em mim e comigo, mesmo não estando porque já habituei à tua ausência. Eu sei que estás a tentar aproximar- te e fazer parecer como tudo era dantes, dou- te desde já o meus sinceros parabéns só por isso. Mas não esperes que agradeça uma coisa que me trouxe muita tristeza. Fico ao menos na esperança que essa tristeza valha de algo e que tenhas feito e faças o melhor para ti.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015