quarta-feira, 30 de julho de 2014

quinta-feira, 24 de julho de 2014

segunda-feira, 21 de julho de 2014

r

É preciso ter orgulho em si para puder dar aos outros. É preciso parar, fechar os olhos, baixar a cabeça e tentar entender o que falta na existência humana. É preciso tirar de nos para dar aos outros quando eles julgam que não tem mais nada se não a razão do seu ser. É preciso saber ouvir e ler e absorver somente o que merece ser lido e ouvido. É juntar todas as forças que temos para puder dar aos outros e esperar que os mesmo o façam quando formos nos a precisar delas.
Quando morre alguém de quem gostamos é como se perdessemos os sentidos. Já nada nos parece significante quando percebemos que nunca mas nunca mais o vamos olhar, falar... É como se com ele, fosse parte de nós. A única que só conhecêssemos porque já não a temos. Conhecemos a parte que vai quando a sentimos a ir. Se ao menos pudéssemos diminuir a dor que o outro sente de qualquer modo... Acho que essa é a parte mais frustrante termos que aceitar o que não entendemos. A dor que sentimos só entenderá aquilo que mais queremos... Que o tempo nos consiga dar aquilo que foge ao nosso entendimento. Não haverá mais nada de importante se não entender o porquê e aceitar o que tem de ser.
Eu conheço- te bem e sei que mesmo com o coração partido irás ajudar alguns a reconstruirem-se mas lembra- te que não tens que ser forte mas tens que ter força. Ele estará sempre a olhar por ti e para ti de uma forma que só tu o entenderas.

domingo, 20 de julho de 2014

sábado, 12 de julho de 2014

Duguet



A menor das boas accoes é melhor que a maior das boas intenções.

sábado, 5 de julho de 2014

l. alves


Gosto da surpresa dos dias, das coisas que não planeamos, dos instantes que acontecem sem que os tenhamos feito acontecer. Curiosa esta conjugação cósmica, milimetricamente conjugada, que nos faz encontrar uns e desencontrar de outros. Há momentos em que tudo se junta e volta a fazer sentido só porque as pessoas se cruzam no lugar mais improvável de todos. O único onde ninguém encontra ninguém pela simples razão de que é caminho de muito poucos. Não sei o que certas coisas querem dizer, mas sei que são sagradas, e, por isso mesmo, guardo-as como tal. Falo de coisas simples, como  o olhar limpo, a verdade pura, o riso claro, a intimidade recta, e respeito fundo.